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04 janeiro 2019

Lutzenberger: há 30 anos, o Nobel da Ecologia



Artigo da historiadora Elenita Malta, publicado hoje (04/01/2019) no jornal Correio do Povo, destaca a atuação de um dos fundadores da Agapan.

17 setembro 2015

Pastoral da Ecologia propõe parceria com Agapan

Motivada pela mensagem da Carta Enclíclica Laudato Si', a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB - Sul 3) convidou a Agapan para participar de reunião para a rearticulação das atividades da Pastoral da Ecologia no Rio Grande do Sul.
A primeira reunião do grupo foi realizada hoje (17) na sede da CNBB em Porto Alegre. Também participaram representantes de movimentos populares ligados à luta pela terra e pela agroecologia, advogados populares e do parlamento gaúcho. O irmão Antônio Cechin, fundador da Pastoral, também participou da reunião.
Outras entidades devem se juntar ao grupo, que tem a intenção de unir forças para fortalecer a luta ecológica em defesa da "Casa Comum", termo utilizado pelo Papa Francisco ao se referir ao planeta Terra na encíclica.

03 julho 2015

Celso Marques fala sobre questões ambientais na TV Assembleia

 “Apesar de todo o trabalho que vem sendo feito pelo movimento ecológico, em escala mundial, estamos vivendo um impasse da nossa civilização. O problema é grave e muito profundo. A nossa civilização se desenvolve como o desdobramento de uma cultura que encara a natureza como algo separado da gente.”


O filósofo Celso Marques, conselheiro e ex-presidente da Agapan, participou do programa do Faça a Diferença - Sustentabilidade que foi ao ar no dia 27 de Junho de 2015 pela TV Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Confira o programa, que trata sobre o 4º Seminário de Gestão Urbana Sustentável realizado na Assembleia Legislativa, e a entrevista de Marques, que inicia aos dez minutos do programa.


18 novembro 2014

Não ao Projeto de Lei 154/2014

Abaixo, mensagem enviada aos deputados gaúchos a respeito do PL154/2014, que libera a localização de locais de comercialização e estocagem de agrotóxicos.
A Agapan é completamente contraria ao teor do projeto que será apresentado na próxima terça-feira (18/11/14) na Assembleia Legislativa do RS.

Senhores Deputados

A Associação Gaucha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) esta profundamente preocupada com o projeto PL 154/2014, de autoria do deputado Marlon Santos, que trata sobre o armazenamento de agrotóxicos e tem parecer favorável do deputado relator.

Permitir este armazenamento entre residências ou em lugar populoso é um risco muito grande. Emanações gasosas e volatilização, situações de incêndios e outros acidentes de manipulação devem ter seu risco diminuídos ao máximo. O comércio em áreas populosas é irregular. Regularizar por lei o errado é confessar a inabilidade de fiscalizar as normas de segurança. Um erro não justifica o outro. A ignorância da população em geral e dos próprios comerciantes sobre os riscos, não são argumentos certos para validar o mal-feito.

Os pareceres da Fepam e os clamores de entidades ambientais não devem ser ignorados, sob pena de se ter que ajuizar em conjunto com Ministério Público, o qual já se manifestou contrario ao teor do projeto.

Senhores deputados, é sua responsabilidade política, dever ético e moral (tão combalidos junto ao povo), rejeitar o parecer do relator e o PL154/2014.

Saudações cidadãs

Dr. Alfredo Gui Ferreira
Presidente da Agapan

24 setembro 2014

25/09: II Seminário de Áreas Protegidas: Conservação, Biodiversidade e Proteção Jurídica


Alfredo Gui Ferreira presidente da Agapan apresentará palestra sobre "Aspectos da biodiversidade de arbóreas" durante o  "II Seminário de Áreas Protegidas: Conservação, Biodiversidade e Proteção Jurídica" promovido pela Reserva Biológica do Lami José Lutzenberger, amanhã dia 25 de setembro.

O seminário tem como objetivo promover o debate sobre Unidades de Conservação (UC), considerando desde aspectos inerentes à conservação destes espaços, como também a biodiversidade que abrigam, a gestão e a proteção jurídica. “O tema cumpre com os objetivos do Plano de Manejo das Unidades de Conservação, um documento técnico de gestão que desenvolve vários programas de manejo”, explica a bióloga Patrícia Witt, gestora da Reserva do Lami e coordenadora do seminário. 

A atividade, aberta a todos os públicos, é voltada para acadêmicos, pesquisadores, profissionais de áreas de atuação envolvidas com o tema e será realizada nos turnos da manhã e da tarde, com início às 8h30 e término previsto para 18h, no anfiteatro do segundo prédio do Foro Central de Porto Alegre (rua Manoelito de Ornelas, nº 50). 

O seminário conta com apoio do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), do Programa de Pós-Graduação de Direito da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), da Unidade de Assessoramento Ambiental do Ministério Público do Rio Grande do Sul, da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) e da Procuradoria Geral do Estado do Paraná.

As vagas são gratuitas e limitadas. Inscrições devem ser feitas através do e-mail reservalami@smam.prefpoa.com.br, informando nome completo, RG,  telefones para contato, formação acadêmica e/ou profissional. Ao final da atividade, inserida na programação da 24ª Semana da Primavera da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), que se inicia em 19 de setembro, serão fornecidos certificados de participação. 


Credenciamento :

9h Abertura - Secretário Municipal do Meio Ambiente Cláudio Dilda, 
Bióloga Patrícia Witt - Gestora do Reserva Biológica do Lami José Lutzenberger, Técnica responsável pelo II Seminário de Áreas Protegidas
Presidente do Fórum Central do RG - Dr. Nilton Tavares; 
Gestora do Sistema de Gestão Ambiental do Poder Judiciário(comarca de Porto Alegre) 
Dra Eliziana da Silveira Perez-Juíza de Direito

9h35min “A importância das Unidades de Conservação da Natureza para a Conservação in situ da Biodiversidade  O caso da ReBio Lami José Luztenberger“- Bióloga Patrícia Witt- Gestora da ReBio Lami José Lutzenberger

10h15min “Responsabilidade Civil por Danos em Unidades de Conservação” - Annelise Monteiro Steigleder - Promotora de Justiça Promotoria Especializada de Meio Ambiente do RS

10h55min “Compensação Vegetal em Porto Alegre, conflitos e soluções“ - Mauro Gomes de Moura - Supervisor do Meio Ambiente da SMAM

12h às 13h30min Intervalo almoço

13h30min “Uso de SIG na avaliação da dinâmica da paisagem no entorno de unidades de conservação” - Heinrich Hasenack - Geógrafo, prof. do Departamento de Ecologia da UFRGS

14h10min “O papel das unidades de conservação na prevenção a risco de desastres ambientais” - Délton Winter de Carvalho - Professor do PPG em Direito da UNISINOS

14h50min “Estudo para a proposição de corredores ecológicos no município de Porto Alegre”
- Luiz Fernando de Souza, biólogo da unidade de assessoramento ambiental do MP/RS

15h30min “Aspectos na biodiversidade de arbóreas”- Alfredo Gui Ferreira, biólogo e professor aposentado da UFRGS, presidente da AGAPAN

16h10min Debate
17h Sorteio de materiais e entrega dos certificados
18h Encerramento


13 novembro 2013

Lançamento da biografia "Depois de Tudo um ecologista" de Augusto Carneiro dia 13 de novembro na feira do Livro

Augusto Carneiro - DEPOIS DE TUDO – Um Ecologista.

Sessão de autógrafos de Augusto Carneiro e a escritora Lilian Dreyer será hoje 13 de novembro, as 18 horas,  na Praça de Autógrafos da Feira do Livro de Porto Alegre.

                                                         



Sinopse:


Quando Augusto Carneiro nasceu, em 1922, a área onde depois seria erguido o Estádio Olímpico, do Grêmio, ainda era zona de trânsito de animais silvestres. Ele amava animais, mas a infância em meio à natureza exuberante, no então bucólico bairro da Glória, em Porto Alegre, não foi propriamente uma bênção. Ele foi testemunha involuntária de inúmeras agressões a bichos, e o matraquear de espingardas de caça frequentemente o impedia de brincar na rua. Ele cresceu assustado com seu meio cultural, que em seu modo de ver aceitava também violências contra crianças, jovens, mulheres e negros. O desejo de opor-se a isso o constituiu.
Ainda adolescente, tornou-se um militante antirracista e antifascista, o que o levou à adesão ao Partido Comunista Brasileiro. Militante ativo durante anos, afastou-se do partido por desencanto com o que entendeu como “desvirtuamento do regime comunista”, especialmente o soviético, de que chegou a ser colaborador direto. Mas esta proximidade fez com que descobrisse a profissão de livreiro. Como administrador da Livraria Farroupilha, ligada ao PCB, Carneiro viria a integrar o time de 14 pioneiros que, em 1953, promoveram a primeira Feira do Livro de Porto Alegre. O trabalho com livros nunca mais cessou e acabou por estabelecer uma ponte para outras formas de pensar o mundo, tornando-o receptivo ao ideário e ao ativismo ecológico de Henrique Luís Roessler e, mais tarde, José Lutzenberger. 
Augusto Carneiro foi co-fundador da nacionalmente pioneira Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural, cuja ação viria a marcar a cultura de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul. Em 1981, depois de aposentar-se do Tribunal Regional do Trabalho, de que foi funcionário concursado, engajou-se em tempo integral no ativismo ecologista. 
No ano em que se comemoram seus 90 anos de vida, completados em 31 de dezembro de 2012, ele volta à Feira e à Praça da Alfândega, desta vez como personagem de livro. É protagonista de Augusto Carneiro – depois de tudo – um ecologista, obra que resultou de um trabalho de dois anos da jornalista e escritora Lilian Dreyer, autora também do já consagrado Sinfonia Inacabada – a Vida de José Lutzenberger. Motivada pelo peso e pela proximidade da ação dos dois ambientalistas, Lilian debruçou-se sobre as memórias e os arquivos de Carneiro, captando daí os elementos para compor o que ela classifica como um “retrato biográfico”. (Por Christian Goldschmidt) 

164 páginas, R$ 35,00
Editora Pelo Planeta/Scortecci

Convite no Facebook:
https://www.facebook.com/events/541884635882204/545971278806873/?notif_t=plan_mall_activity

08 outubro 2013

Agapan participa do lançamento do Congresso Brasileiro de Agroecologia

Alfredo Gui Ferreira e Ana Valls no lançamento do Congresso - Foto: Kátia Marcon
Congresso Brasileiro de Agroecologia é lançado em Porto Alegre 
Inscrições prosseguem até o próximo dia 10.

Com o tema “Cuidando da Saúde do Planeta”, foi lançado na semana passada, em Porto Alegre, o VIII Congresso Brasileiro de Agroecologia. O evento será realizado de 25 a 28 de novembro, nas dependências e imediações da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS), juntamente com o XIII Seminário Estadual, XII Internacional sobre Agroecologia e V Encontro Nacional de Grupos de Agroecologia. A expectativa dos organizadores é que mais de quatro mil pessoas participem das atividades do VIII Congresso Brasileiro de Agroecologia.

Diretor técnico da Emater/RS e presidente do VIII Congresso Brasileiro de Agroecologia, Gervásio Paulus destacou o evento como um espaço privilegiado de trocas de experiências entre pesquisadores, técnicos, estudantes e agricultores, em busca de um novo modelo de desenvolvimento, o qual deve incorporar os preceitos da Agroecologia. “Este é, com certeza, o principal evento acadêmico-científico do Brasil quando o assunto é a Agroecologia”, frisou.

Da programação, além da mostra audiovisual e fotográfica e das manifestações artísticas e culturais, Paulus ressaltou a participação de cerca de 80 painelistas do Brasil e do exterior, como a socióloga francesa Claire Lamine, que aborda sistemas alternativos e a ligação entre produtores e consumidores; a agrônoma colombiana Clara Nichols, que investiga as perspectivas para o desenvolvimento rural sustentável na América Latina; o economista Guilherme Costa Delgado, autor de livros como “A trajetória do capital Financeiro na Agricultura à Economia do Agronegócio”; o argentino Javier Souza, que traz a experiência da Rapal, uma rede de organizações, instituições, associações e indivíduos que se opõem ao uso massivo e indiscriminado de agrotóxicos; e Carlos Rodrigues Brandão, que fará a palestra de encerramento do Congresso, sobre Educação e transformações no campo.

Representando o governador Tarso Genro, o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, disse que o momento de realização do Congresso é muito oportuno, tendo em vista os mais de 270 mil agricultores gaúchos que abandonaram o campo. “Muito do que vemos hoje no meio rural tem a ver com o modelo de desenvolvimento vigente. O Congresso Brasileiro de Agroecologia será importante para dar diretrizes para traçarmos um novo caminho”, disse. Pavan destacou ainda as diversas políticas públicas que favorecem o avanço da Agroecologia no Estado, como o Programa Agricultura de Base Ecológica e a Lei de ATERS (Assistência Técnica e Extensão Rural e Social), que consolida a Emater/RS-Ascar como política pública. “São medidas básicas para pensarmos em um novo modelo de desenvolvimento”, afirmou.

A solenidade de lançamento do VIII CBA-Agroecologia contou também com a participação de representantes dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura, Irga, Fundação Zoobotânica, Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Ceasa, Via Campesina, UFRGS, Associação dos Servidores da Ascar-Emater (Asae-RS) e Emater/RS-Ascar.

Inscrições e participação
Para participar do VIII CBA-Agroecologia, as inscrições podem ser feitas até 10 de outubro pelo site http://www.cbagroecologia.org.br/inscricoes. Estudantes pagam R$ 60,00 e profissionais e técnicos, R$ 80,00. Após esta data, estudantes pagam R$ 100,00 e profissionais e técnicos, R$ 120,00. Aqueles que não realizarem o pagamento até essa data, só poderão fazê-lo presencialmente no dia do credenciamento para o evento. Agricultores e agricultoras têm isenção da taxa de inscrição. Mais informações através do sec-cba@emater.tche.br.

O Congresso Brasileiro de Agroecologia recebe, até o dia 13 de outubro, as inscrições de oficinas, por parte dos grupos de agricultores ou de instituições, e para a exposição de livros, mostras e troca de sementes. Também é possível inscrever diferentes formas de manifestações artísticas e culturais que interajam com os participantes nas diferentes temáticas que permeiam a Agroecologia: ambientais, socioculturais, éticas, políticas e econômicas. As inscrições podem ser feitas pelo site www.cbagroecologia.org.br.

A solenidade de lançamento também contou com a participação do representante da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), Eros Marion Mussoi, que prestou uma homenagem ao engenheiro agrônomo José Antônio Costabeber, falecido no mês de julho. Presidente da ABA e professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Costabeber era um dos principais nomes da Agroecologia no país. Mussoi também falou sobre o pioneirismo do Rio Grande do Sul na realização de eventos ligados ao tema. “Nada mais justo do que celebrar o 10º aniversário do Congresso em Porto Alegre, que foi a sede da primeira edição. A realização destes eventos foi o meio de cultura que permitiu a criação da Associação Brasileira de Agroecologia”, afirmou. Para Mussoi, a participação conjunta de agricultores e pesquisadores no evento é importante por criar condições para que “a ciência e a prática agroecológica dialoguem em busca de uma sociedade mais sustentável e democrática”. O representante da ABA enalteceu ainda os mais de 1.400 trabalhos e relatos de experiências inscritos para o CBA.

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Júlio Fiori
imprensa@emater.tche.br
(51) 2125-3104

Agapan acompanha apresentação de proposta para Museu das Águas

Realizada no dia 2 deste mês na sede do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RS), em Porto Alegre, reunião apresenta detalhes para a construção do Museu da Águas (Musa).

Luiz Antonio Grassi, componente da Comissão Pró-Musa, apresentou o histórico e as justificativas para a construção do Museu. Veja aqui a matéria publicada no site do IAB. Bem como os arquitetos Marcelo Allet e Giovana Becker.

Segundo a dirigente da Agapan, Vanessa Melgare, que participa da equipe de criação do Museu das Águas representando a Associação e esteve presente na reunião do dia 2, o projeto ainda precisa evoluir no sentido de contemplar ainda mais a parte ecológica e de educação ambiental. Conforme a ambientalista, “o Museu das Águas deverá atuar como um mediador do encontro entre a ecologia e a cidadania, sendo um promotor da reflexão de nossos modelos de vida na cidade e no campo”.

Em 05 de julho de 2010 a proposta do Museu das Águas sendo apresentada
ao oceanógrafo e ambientalista Jean-Michel Cousteau no Salão Nobre
da Reitoria da UFRGS. Foto: Cesar Cardia

Um dos principais pontos a ser definido pelo projeto trata sobre o local onde o Museu será construído. Para a Agapan, a localização do Musa não deve ser a orla do Guaíba, pois o local é um ambiente de contemplação das águas do rio, da vegetação, da fauna, das ilhas, e do pôr-do-sol. O Museu das Águas, conforme Vanessa, “será um gerador ecológico de reflexões sobre o Planeta que queremos agora e para depois."

Segundo a conselheira da Agapan Zorávia Bettiol, coordenadora do grupo, "ainda dependemos da definição da prefeitura para o terreno. Sem esta definição não iremos conseguir lançar o regulamento para o concurso público do projeto arquitetônico, a ser elaborado pelo IAB-RS. Precisamos que a Prefeitura cumpra com sua promessa e grave o local para o Museu", afirma a conselheira.

27 setembro 2013

VIII Congresso de Agroecologia


Congresso de Agroecologia será lançado dia 30, em Porto Alegre

O VIII Congresso de Agroecologia, que acontece em novembro em Porto Alegre, terá seu lançamento oficial realizado na próxima segunda-feira, dia 30, às 15h, na Assembleia Legislativa do RS, na sala Espaço da Convergência Adão Pretto, no térreo. Haverá a presença de representantes das diversas instituições que integram a Comissão Organizadora do evento, como da Associação Brasileira de Agroecologia, além de autoridades, pesquisadores, estudantes e técnicos. Ainda durante o café da tarde de lançamento, o presidente do VIII CBA-Agroecologia, Gervásio Paulus, apresentará um breve histórico dos eventos anteriores e abordará a temática central deste ano, que é Cuidando da Saúde do Planeta.

O Congresso será realizado de 25 a 28 de novembro de 2013, em Porto Alegre, nas dependências e imediações da Pontifícia Universidade Católica (PUC), paralelo ao XIII Seminário Estadual e XII Internacional sobre Agroecologia.

Neste ano, a programação estará dividida nos seguintes eixos temáticos: 1) Agroecologia e Saúde Humana; 2) Reinventando a economia; 3) Diversidade como condição fundamental da saúde do Planeta; 4) Agroecologia como base para a educação; e 5) Saúde do Agrossistema.

TROCA DE EXPERIÊNCIAS
O CBA-Agroecologia tem como objetivo oportunizar que profissionais, estudantes e agricultores do Brasil e do exterior troquem conhecimentos e experiências com enfoque agroecológico. Para tanto, estão abertas até o dia 13 de outubro as inscrições de oficinas, por parte dos grupos de agricultores ou de instituições, e para a exposição de livros, mostras e troca de sementes. Também é possível inscrever diferentes formas de manifestações artísticas e culturais que interajam com os participantes nas diferentes temáticas que permeiam a Agroecologia: ambientais, socioculturais, éticas, políticas e econômicas. As inscrições podem ser feitas pelo site www.cbagroecologia.org.br.

PRESENÇAS CONFIRMADAS
Entre os palestrantes e conferencistas confirmados, destaque para a socióloga francesa Claire Lamine, que aborda sistemas alternativos e a ligação entre produtores e consumidores; a agrônoma colombiana, Clara Nichols que investiga as perspectivas para o desenvolvimento rural sustentável na América Latina; o economista Guilherme Costa Delgado, autor de livros como “A trajetória do capital Financeiro na Agricultura à Economia do Agronegócio”; o argentino Javier Souza, que traz a experiência da Rapal, uma rede de organizações, instituições, associações e indivíduos que se opõem ao uso massivo e indiscriminado de agrotóxicos, buscando propostas para reduzir e eliminar seu uso; o pesquisador espanhol Joan Martinez Alier, um dos principais ativistas no novo campo acadêmico da Economia Ecológica, suas áreas de interesse na pesquisa tem sido os Estudos Agrários, Economias Ecológicas e Ecologia Política; e o também espanhol e professor Manuel Gonzalez de Molina Navarro, que estuda agriculturas tradicionais orgânicas, transição socioecológica no metabolismo agrário, identidade regional de agricultores, restrições ambientais para crescimento da agricultura ou as bases teóricas para o novo ambiente histórico.

Outros palestrantes confirmados são Miguel Altieri, Paulo Niederle, Renata Menasche, Walmir Thomazi Cardoso e Wanderlei Antonio Pignati, além de Carlos Rodrigues Brandão, que fará a palestra de encerramento do Congresso, sobre Educação e transformações no campo.

Para participar do VIII CBA-Agroecologia, até 10 de outubro as inscrições podem ser feitas pelo site http://www.cbagroecologia.org.br/inscricoes. Estudantes pagam R$ 60,00 e profissionais e técnicos, R$ 80,00. Após esta data, estudantes pagam R$ 100,00 e profissionais e técnicos, R$ 120,00. Aqueles que não realizarem o pagamento até essa data, só poderão fazê-lo presencialmente no dia do credenciamento do VIII CBA-Agroecologia. Agricultores e agricultoras têm isenção da taxa de inscrição. Mais informações através do sec-cba@emater.tche.br.

Informações
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues
51-2125-3111

18 setembro 2013

2,4D - herbicida componente do Agente Laranja

NÃO ao herbicida 2,4D
A Agapan - Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural; o Ingá - Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais; o Mogdema - Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente, entre outros movimentos, preocupados que o Brasil se torne o primeiro país a liberar comercialmente um evento para culturas transgênicas ligadas ao uso de um herbicida componente do agente laranja, utilizado na Guerra do Vietnã, clama aos membros da CTNBio, em especial os relatores, alguns deles pesquisadores de universidades e outras instituições públicas, inclusive do Rio Grande do Sul a se posicionarem contra a liberação do herbicida 2,4D.

No próximo dia 19 de setembro de 2013, haverá reunião da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CTNBio, onde constam três processos de liberação comercial para sementes transgênicas de soja e milho, da empresa Dow AgroSciences, com adaptação ao herbicida 2,4-D, de alta toxicidade, junto com outros herbicidas, entre eles o glifosato e glifosinato de amônio, também tóxicos. A intenção dos transgênicos é resistir a estes agrotóxicos potentes, que matam as chamadas "ervas daninhas". Mas, segundo dados do próprio Ministério da Agricultura, no Brasil, em menos de 10 anos (2002-2011), ocorreu aumento de 70% destes produtos, enquanto a expansão da área agrícola foi menor (60%). Desde 2009 o Brasil é o país que mais usa agrotóxicos, apesar do advento dos transgênicos na agricultura, a partir da lei de Biossegurança (2005).



O herbicida 2,4-D (ácido diclorofenoxiacético) foi desenvolvido a partir de 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, sendo na década de 1960 um dos componentes do agente laranja (junto com o 2,4,5-T, na Guerra do Vietnã). É um produto que foi usado como arma química, causando a morte e malformações em milhares de pessoas. o Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) classificou para a saúde o 2,4-D como Extremamente Tóxico (Classe I) e Perigoso para o meio ambiente (Classe III). Os maiores riscos para a saúde residem no potencial de perturbador endócrino, sendo potencialmente cancerígeno. Os perturbadores endócrinas podem causar danos sérios e irreversíveis à saúde humana durante o desenvolvimento fetal e infantil. Além da característica de teratogênico, com fortes evidências de também ser genotóxico.



Existem alternativas ao uso de herbicidas. A mais inteligente é buscarmos a necessária reconciliação com os processos ecológicos, com a biodiversidade, com o consequente banimento das monoculturas de exportação, inerentemente químicodependentes e que vem sendo responsáveis pela destruição dos biomas brasileiros.

A Sociedade brasileira exige um debate aberto sobre as consequências destes eventos transgênicos que estão promovendo o uso de agrotóxicos, agora ainda mais tóxicos, comprometendo a saúde da população e o meio ambiente.


07 novembro 2011

Assembléia Geral da Apedema tem nova coordenação

Nova coordenação: Brack, Ana Carolina e Mosmann.


Fotos do grupo de entidades ambientais.

A AGAPAN participou da Assembléia Geral da APEDeMa -
Assembléia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente-, que ocorreu no último sábado na sede CasaNat em Porto Alegre, estiveram representando a entidade sua vice-presidenta Sandra Ribeiro e a Conselheira Edi Fonseca.

Foi discutida e encaminhada uma densa pauta com 19 ONGs participantes do interior e da capital.

Os temas tratados foram democraticamente debatidos em consonância com a história da APEDeMA, desde a sua fundação. Os trabalhos iniciaram-se às 9h e encerraram-se por volta das 19h.

O intenso e laborioso trabalho da Coordenação que se despediu, mais a ajuda da Ana Carolina secretariando, proporcionaram uma reunião organizada e produtiva, bem como um agradável reencontro entre nossos pares.

Parabenizamos a Coordenação ( Cíntia - CEA, o Fernando - NAT e o Felipe - BIOFILIA ) pelo excelente trabalho no biênio 2009/2011. A gestão desses dois anos promoveu o fortalecimento da APEDeMA junto aos seus filiados, bem como junto à sociedade gaúcha.

Desejamos à nova Coordenação eleita ( Paulo - INGa, Ana Carolina - ASPAN e Marcelo - UPV ) pleno êxito na gestão que ora se inicia.

Os ambientalistas gaúchos solidariamente continuam resistindo e perseguindo mudanças de paradígmas que possibilitem a presevação humana/ambiental às futuras gerações.

Sandra Jussara Ribeiro
Fotos: Edi Fonseca

23 setembro 2011

24/setembro: Moving Planet - Um dia para ir além dos combustíveis fósseis


O que é o Movimento 350.org?



"Vamos levar a mensagem aos nossos governantes... Estamos aqui e queremos mudanças".

A Agapan junta-se ao Movimento Mundial 350 graus,e ao Greenpeace em Porto Alegre para compartilharmos novas perspectivas sobre o uso das energias, em substituição dos combustíveis fósseis.

Veja participar, esperamos você nesta campanha.

ONDE: PARQUE DA REDENÇÃO.
CONCENTRAÇÃO PRINCIPAL EM FRENTE AO MONUMENTO AO EXPEDICIONÁRIO
QUANDO:24 DE SETEMBRO, SÁBADO, das 14 h às 18h

PROGRAMAÇÃO:

14h:
Abertura: Dança Circular.
Intervenção Vaga-Viva (exposição contínua)
Abertura da banca de informações do Planeta – AGAPAN (exposição contínua)
Central de Abaixo-Assinados: Código Florestal, Belo Monte e Carta ao Governo do RS pedindo políticas energéticas limpas (exposição contínua)
Espaço EARTH: Arte reciclável transmitindo mensagem para o Planeta.
Espaço Greenpeace: Mude o Clima!

15h:
#Proteste! Caminhada de protesto Contra a Crise do Clima (caminhada no eixo do Parque)

15h45min:
10 Minutos Silêncio para pensar (protesto pacífico) mentalizando paz no Trânsito.

16h:
Conversa sobre o Planeta: “Para Vencer a Crise do Clima!” (Orquidário)

16h30min:
Abrace a Causa! Abraços grátis (Free Hugs) para espalhar a idéia. (caminhada no eixo do Parque)

17h:
Bicicletada além dos Combustíveis Fósseis (saída no Arco)
Conversa “A tecnologia já existe!” expondo painéis solares e esclarecendo dúvidas com o eng. Maccarini.

17h30min:
Flash Mob 350

17h45min:
Encerramento

Em caso de chuva no sábado, o evento será feito sabado a tarde das 15-17hrs no orquidario;

Para conhecer este movimento de pessoas no mundo inteiro:
.

Evento em 2009:

18 abril 2011

Aos 40 Anos, Agapan mantém campanhas de preservação de biomas à energia nuclear

Pioneira do movimento ambiental e motivo de orgulho histórico e político, Agapan segue com novos desafios.

Lutas contra os agrotóxicos, as usinas nucleares e a devastação da Amazônia marcam a história da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural desde o início, na década de 70. A Agapan é a primeira entidade ambiental do Brasil. Pioneira na abordagem e no debate ambiental, foi declarada de utilidade pública estadual e municipal. É uma das mais importantes entidades ambientalistas do RS e das mais respeitadas no Brasil e em vários outros países. Com 40 anos, completos no dia 27 de abril de 2011, a Agapan segue com novos desafios, fortalecendo lutas atuais.
“Vamos comemorar durante todo o ano”, diz Edi Fonseca, ex-presidente, ao citar debates, palestras, homenagens e uma exposição que será lançada na Câmara de Vereadores em junho. Na quarta-feira, dia 27, a partir das 19h, a Agapan reúne associados, conselheiros, amigos e parceiros para comemorar o aniversário, no restaurante Via Imperatore, na Cidade Baixa.

Há 40 anos, a trajetória da Agapan começou no combate às podas indiscriminadas das árvores de Porto Alegre e no incentivo à criação de praças, parques e reservas. “Porto Alegre não seria uma das cidade mais arborizada do país se não fosse pela Agapan”, comemora o biólogo Francisco Milanez, conselheiro da entidade. “Naquela época alertarmos a sociedade contra a caça indiscriminada, a devastação da Amazônia, as queimadas e defendemos a educação ambiental e a criação de órgãos públicos de administração ambiental”. Milanez observa que muitas “daquelas” bandeiras se mantêm, como a luta contra a energia nuclear, “que voltou à mídia” com o vazamento de urânio e plutônio dos reatores japoneses, após a Tsunami que atingiu a costa nordeste daquele país, e polêmica proposta de alteração do Código Florestal Brasileiro, cujo substitutivo tramita no Congresso Nacional.

DA ÁRVORE À CHAMINÉ
Nos anos 80, a Agapan é protagonista da defesa das árvores urbanas com a subida na árvore da João Pessoa, pelo militante Dayrell. Naquela década, durante a campanha de redemocratização do Brasil, a pressão do movimento ambiental, inclusive gaúcho, garantiu, em 1988, a introdução do capítulo de Meio Ambiente na Constituição do Brasil. É nesta Lei que estão importantes instrumentos para a política urbana, como o zoneamento ambiental, as zonas especiais de interesse social, o referendo popular ou plebiscito e o impacto de vizinhança. “Igualmente e infelizmente, temas muito atuais”, desabafa Milanez, ao citar, daquela época, conquistas como a Lei dos Agrotóxicos, a campanha contra o uso de carvão para geração de energia e, claro, o incentivo às tecnologias limpas.

Na década de 90, a legislação continuou a ser aperfeiçoada, com a elaboração das Leis Orgânicas Municipais, “cujos debates e artigos têm muito da indicação dos associados da Agapan”, lembra Sandra Ribeiro, ex-presidenta e atual conselheira. Para ela, campanhas contra a poluição das águas, o patenteamento dos seres vivos e contra a incineração de resíduos sólidos são conquistas que devem ser lembradas. A Política Nacional de Resíduos Sólidos, por exemplo, só foi sancionada no ano passado, após mais de 20 anos tramitando no Congresso Nacional.

O combate aos transgênicos, às queimadas, à silvicultura e a hidrelétricas, como as de Barra Grande, Jaguari e Taquarembó, foram os focos de atuação e luta da Agapan, já neste século XXI. “Fortalecemos nossa oposição aos megaempreendimentos (hidrelétricos, loteamentos) e nos mantivemos contrários à flexibilização da legislação ambiental, a exemplo do PL 154, que no ano passado conseguimos barrar no legislativo gaúcho”, lembra Eduardo Finardi Rodrigues, presidente da Agapan.

A preservação da biodiversidade do Pampa Gaúcho e o combate à monocultura florestal com espécies exóticas, incluindo a elaboração de políticas públicas contra o Capim Annoni e demais invasoras, buscando um modelo sustentável também para a chamada Metade Sul do Estado, são lutas da Agapan que marcam este século. “Também atuamos na discussão de Planos Diretores Urbanos e Ambientais e nossas defesas foram aprovadas pela maioria dos eleitores que participaram do Plebiscito do Pontal do Estaleiro, em agosto de 2009, contrários à privatização da Orla do Guaíba”, lembra Celso Marques, conselheiro.

DEFESAS PÚBLICAS E PELA CIDADANIA
“Naquela época (agosto de 2009), comemoramos 20 anos da Subida da Chaminé da Usina do Gasômetro”, destaca a então presidenta Edi Fonseca. “A repercussão daquele ato é o que nos garante, até hoje, o acesso público ao Guaíba, para tomarmos chimarrão e apreciarmos o pôr-do-sol”, diz ela.

Com 40 anos de lutas, a Agapan segue com novos desafios. “O caos climático, com aquecimento global, derretimento de geleiras, vendavais e chuvas intensas, faz com que a Agapan mantenha o foco no global, com atuações locais”, defende Celso Waldemar, vice-presidente. “Este é o lema do ambientalismo: Pensar Global e Agir Local. É nesse sentido que pretendemos manter campanhas internacionais contra o patenteamento da vida e todos os processos que geram dioxinas, como a incineração de lixo e o uso de cloro ou seus derivados, no branqueamento da celulose para produção de papel”, analisa Waldemar, ao citar ainda a importância de uma legislação inibidora de embalagens descartáveis, a não canalização dos arroios e o fomento à segurança alimentar, baseada na produção e consumo de alimentos ecológicos.

ORIGENS QUE “PULSAM?”
As bases que originaram o surgimento da Agapan datam da década de 30. Naquela época, o fiscal Henrique Luis Roessler escrevia uma coluna no atual Correio do Povo, denunciando caça e pesca predatórias, desmatamento e queimadas. A atuação de Roessler na imprensa incentivou a organização do movimento ecológico gaúcho. Em abril de 1971, graças à iniciativa de Augusto Carneiro (militante, com seus 88 anos) e de alguns admiradores, foi fundada a Agapan, sob a liderança de José Lutzenberger, dando continuidade à obra iniciada por Roessler.

Lutzenberger viveu até 2002. Ele dizia que mesmo que soubesse que o mundo acabaria em três dias, continuaria fazendo tudo o que vinha fazendo ao longo de toda a sua vida: o que considerava certo, digno e correto como expressão de sua consciência ecológica.

Augusto Carneiro, um dos fundadores e principais ativistas históricos da Agapan, mesmo com 88 anos, segue na luta pela informação ambiental e vende livros voltados à ecologia nos sábados de manhã, na Feira dos Agricultores Ecologistas da José Bonifácio, em Porto Alegre.

A “Ecologização participativa da sociedade através da defesa da biodiversidade e a busca de um modelo civilizatório autônomo, harmônico, socialmente justo e ecologicamente sustentável”, missão da Agapan, segue mantendo o lema: “A vida sempre em primeiro lugar!”

Agapan 40 Anos
WWW.agapan.org.br


Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues

06 julho 2010

Jean-Michel Costeau faz palestra em Porto Alegre

Estudantes terão a oportunidade de assistir a palestra de Jean-Michel Cousteau no próximo dia 8 de julho, às 9 horas, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul. O evento é promovido pelo Sistema Fiergs, por meio do IEL, através do Programa Estágio Empreendedor, e do Sesi-RS, com apoio do programa Fronteiras do Pensamento.

Jean-Michel Cousteau é considerado um dos principais ambientalistas do mundo. Oceanógrafo, ele se dedica à preservação marinha, divulgando programas socioambientais e dirigindo a ONG Ocean Futures Society, do qual é fundador. Filho do explorador francês Jacques Cousteau, pioneiro na descoberta dos recursos do fundo do mar, Jean-Michel iniciou seus estudos marinhos aos sete anos de idade. O ingresso para assistir a palestra é um 1kg de alimento não perecível.

As inscrições podem ser feitas pelo fone 0800 51 8555 ou pelo e-mail confirma.eventos@fiergs.org.br.

Fiergs/EcoAgência

27 maio 2010

Para onde está indo nossa cidade? Debates e Ciclo de Cinema 1o Junho na Casa dos Bancários


Mostra de vídeos, exposições, debates. Essas e outras atividades estão previstas para acontecer em Porto Alegre a partir do dia 1º de junho, antecedendo a Semana do Meio Ambiente. Os eventos devem ser realizados durante o ano, através da série de encontros socioambientais e Ciclo de Cinema Socioambiental, organizado por trabalhadores e organizações sindicais, além de ativistas sociais e ambientais. "Pretendemos formar uma rede permanente de mobilização pela sustentabilidade, discutindo o futuro que queremos para nossas cidades", revela Paulo Mendes Filho, diretor do Semapi e secretário de Meio Ambiente da CUT/RS.


CAMPANHAS E PROJETOS:

Ainda para o dia 1º, acontece:

A largada será dada na Casa dos Bancários na terça, dia 1°. Com início às 14h, as entidades começarão os debates com uma série de atividades.

Primeira mesa: Para onde está indo a nossa cidade?
Participação de Denis Beauchamp, ambientalista, autor do livro “A casa limpa da faxineira ecológica”, EcoBairros; e Felipe Viana, Projeto Cinturão Verde - Zona Rural de Porto Alegre, Instituto Econsciência.

Lançamento da campanha “Para onde está indo a nossa cidade”, com apresentação da Interlig Propaganda.

Segunda mesa: A privatização do patrimônio público e a venda do Morro Santa Tereza
Com Jacques Alfonsín, advogado popular e educador - ONG Acesso Direitos Humanos; e Henrique Wittler, engenheiro, mestre em hidrologia e obras hidráulicas.

O lançamento da campanha "O Morro é Nosso", com apresentação da agência Engenho Comunicação & Arte,

A apresentação do projeto Museu das Águas, pela artista plástica Zorávia Bettiol integrante do do Comitê de Planejamento Urbanístico da Orla e da AGAPAN (Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural),

Projeção do filme Lutzenberger - For Ever Gaia, seguido de debate com Frank Coe e Otto Guerra, diretores e Alexandre Freitas, da Fundação Gaia, às 19h.

CICLO DE CINEMA:

Entre os dias 1º e 13 de junho, no Cine Bancários e com entrada gratuita, acontece o ciclo de cinema socioambiental "Para onde está indo o nosso Planeta?", com a Mostra Terra em Transe. As sessões acontecem às 15h, 17h e 19h.

Está prevista a exibição dos seguintes filmes:

· Uma Verdade Inconveniente, de Davis Guggenheim (EUA/2006 /100 minutos)

· Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio (EUA/1982/ 87 minutos)

· Powaqqatsi, de Godfrey Reggio (EUA/1988 /100 minutos)

· Naqoyqatsi, de Godfrey Reggio (EUA/2002/89 minutos)

· O Dia Depois do Amanhã, de Roland Emmerich (EUA/2004/124 minutos)

· Terra, de Alastair Fothergill e Mark Linfield (EUA/ 2007/96 minutos)

· O Hospedeiro, de Bong Joon-ho (Coréia do Sul/2006/119 minutos)

· Migração Alada, de Jacques Perrin, Jacques Cluzaud e Michael Debats

· Fim dos Tempos, de M. Night Shyamalan (2008/ EUA/ 2008/91 minutos)

· Os Pássaros, de Alfred Hitchcock (EUA/1963/ 119 minutos)

· A Última Hora, de Nadia Conners e Leila Conners Petersen (EUA/ 2007/95 minutos)

· À Margem do Lixo, de Evaldo Mocarzel (Brasil/2009/84 minutos)

· Lutzenberger – For Ever Gaia, de Frank Coe e Otto Guerra (Brasil/2007/52 minutos)

· Terceiro Milênio, de Jorge Bodanzky (Brasil/1981/90 minutos)

- e Amazonas, Amazonas, de Glauber Rocha (Brasil/1966/15 minutos)

Também farão parte da iniciativa encontros, seminário, curso de formação e sensibilização, intervenções, cinema, fotografia, teatro, música e campanhas de mobilização pela vida na cidade.

A Casa dos Bancários fica na rua General Câmara, 424, em Porto Alegre. Mais informações pelo

http://www.sindbancarios.org.br/site2007/cms/php/site_index_principal.php

20 janeiro 2010

Revista Ecologist Brasil : lançamento da 19a edição




A nova edição da revista Ecologist Brasil (19a) será lançada na Feira dos Agricultores Ecologistas, sábado dia 23 de janeiro de 2010, junto ao início do Fórum Social Mundial 2010.

A Ecologist hoje é uma rede de mídia independente, com edições na Inglaterra(desde 1969), França, Espanha, Índia, Nova Zelândia, Itália, Colômbia, Grécia, Líbano e Brasil(desde 1999).

Vanéte Farias Lopes
Editora The Ecologist Brasil
theecologist@terra.com.br

Seu apoio é fundamental para concretizarmos este trabalho.

Nesta edição:

Tributo a Teddy Goldsmith
Homenagem ao fundador da revista The Ecologist, falecido em 21 de agosto de 2009.
A visão de mundo de Teddy descrita por Peter Bunyard, editor científico e também fundador da revista The Ecologist.

O Xamã que Cura
Encontro de Peter Bunyard com o Povo Indígena Kamsá na Amazônia colombiana.

O Efeito das Transnacionais na Economia Local
por Brian Halweil.

A (In)segurança dos Produtos Transgênicos
por Pat Thomas, editora da The Ecologist.

Escravos da Tecnologia
Mark Anslow reporta como a tecnologia Wireless, que não tem regulação
e nem passou por teste algum, é muito mais perigosa do que parece.

A Resolução de Porto Alegre
Conclusões do Seminário Internacional sobre Radiações Não Ionizantes.

O Inimigo está ao Lado
A tecnologia da comunicação sem fio e seus impactos negativos
por Mariléia Giassi Zanette e Gilberto Montibelle-Filho.

Folhas Secas
por José Lutzenberger.

Carta Aberta
por Augusto César Cunha Carneiro.

OOPS... Decisão Errada
O que será que se passa em nossa cabeça quando compramos montes de coisas desnecessárias?
Por John Naish.

Se houver interesse em receber essa edição pelo correio, favor informar o endereço para entrega e depositar 10 reais por exemplar no:
banco do Brasil
agência 1899-6
cc 39081-X
nome de Rejane Maria Ludwig

16 dezembro 2008

Conselheiros da Agapan são homenageados no lançamento do MoGDeMA, em Porto Alegre


Os conselheiros da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Flávio Lewgoy e Sebastião Pinheiro e os ex- dirigentes Caio Lustosa (vice-presidente) e Augusto César Carneiro (fundador e tesoureiro), foram homenageados ontem, segunda-feira (15/12), durante o lançamento do Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente, realizado no Plenarinho da Assembléia Legislativa. O MoGDeMA é uma articulação para envolver toda a sociedade, reunindo cidadãos, sindicatos, movimentos sociais da cidade e do campo, ONGs, religiosos e professores preocupados com o meio ambiente. Para a presidente da Agapan, Edi Fonseca, a homenagem é um reconhecimento da importância da atuação da entidade nas lutas que envolvem políticas públicas sócio-ambientais. Os homenageados são refências na luta da defesa dos direitos do ecocidadãos.



O Movimento se reúne há alguns meses com atividades periódicas, reuniões semanais e eventos públicos, com destaque para a Audiência Pública sobre a Redução de Faixa de Fronteira e os Seminários de Descentralização, que ocorrem freqüentemente em municípios do interior do Estado. O objetivo é definir ações conjuntas que fortaleçam as políticas públicas em defesa da natureza, promovendo o debate e a luta sócio-ambiental.


Após a homenagem aos pioneiros na luta ambientalista aqui no RS, como Caio Lustosa, Augusto César Carneiro, Giselda Castro, Hilda Zimmermann, Irmão Cecchin, Flávio Lewgoy e Sebastião Pinheiro, foi lida a Carta de Princípios. Participou da cerimônia o ex-senador pelo Acre, Sibá Machado.


No final da manhã, Victor Bacchetta, jornalista e editor uruguaio, especialista em meio ambiente, ciência e desenvolvimento, que recentemente lançou o livro "La Fraude de La Celulosa", abordou sobre a conjuntura geopolítica do Cone Sul, referindo-se à cadeia produtiva da celulose.


O professor Antônio Libório Philomena, doutor em Ecologia pela University of Geórgia e professor titular do Departamento de Ciências Morfo-Biológicas da Furg na área de Ecologia, analisou o contexto ambiental mundial e brasileiro, com a palestra Contexto Ambiental no limite e o futuro da humanidade. Ao final do dia, Bacchetta palestrou sobre O Modelo Florestal da Celulose e seus Impactos sobre o Bioma Pampa, no Auditório do Semapi

Informações: Assessoria de Impresa da Agapan
Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues





Fotos: SEMAPI

04 dezembro 2008

A AGAPAN se ocupa com:




o AR que respiramos

a ÁGUA que bebemos

o SOLO em que plantamos

o ALIMENTO que comemos

o SOM que ouvimos

a PAISAGEM que vemos

o VERDE que temos

os RIOS onde brincamos

os MARES que usufruímos

o CLIMA que influímos

as LEIS que respeitamos

os BICHOS que amamos

a HUMANIDADE que somos

a TERRA onde vivemos

a PAZ que buscamos

a VIDA que levamos

os VENENOS que não queremos
.........................................................
.........................................................

os NETOS que teremos


Miriam Angela Low
Conselheira da AGAPAN
Dezembro/2001

Foto: Rafael Crovador/ Curitiba