Mostrando postagens com marcador Plano Diretor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Plano Diretor. Mostrar todas as postagens

22 março 2014

24/março: Audiência pública sobre o Parque Gasômetro

 
Painel: " Parem de assaltar o Guaíba" da artista plástica Zoravia Bettiol. (foto: César Cardia)


Venha debater, seja cidadão! 
Vamos perder o Parque Gasômetro? 
Traz o teu cartaz!
 
A Câmara Municipal de Porto Alegre realizará audiência pública na segunda-feira (24/3), a partir das 19 horas, para debater o projeto de lei do Executivo que propõe a instituição do Corredor Parque do Gasômetro na Capital. 
O espaço público, cuja criação está no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental, deverá compreender o Museu do Trabalho e seu entorno, a Praça Brigadeiro Sampaio e a área delimitada pela Avenida Presidente João Goulart, Avenida Loureiro da Silva, Rua Vasco Alves, Rua Washington Luiz e Rua General Salustiano, incluindo a totalidade da Praça Júlio Mesquita. 
Texto: Carlos Scomazzon (reg. prof. 7400)
Edição: Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
 

Local: 
Câmara Municipal de Porto Alegre
Plenário Otávio Rocha
Avenida Loureiro da Silva, 255 - Porto Alegre-RS 

07 novembro 2013

Agapan Debate na próxima segunda-feira dia 11/11


O que as cidades devem ter para que sejam consideradas ideias para se viver? Praças, árvores, ciclovias e espaços públicos com equipamentos esportivos e de lazer, ou com muitos carros, trânsito congestionado, poluição e doenças respiratórias?

Venha debater “A cidade que queremos”, tema do Agapan Debate do próximo dia 11, às 19h, no auditório da Faculdade de Arquitetura da Ufrgs. A entrada é gratuita.

Participam do Agapan Debate o arquiteto e presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/RS), Tiago Holzmann da Silva, e Milton Cruz, sociólogo voltado para a análise da participação social em processos de elaboração de políticas públicas, como a política de planejamento urbano e a representação dos atores envolvidos. “Pretendo fazer uma reflexão sobre a coerência, ou não, das ações e dos meios disponíveis e utilizados para implementar a cidade que queremos”, antecipa Cruz.

Agapan Debate
Dia 11 de novembro, às 19h, na Faculdade de Arquitetura da Ufrgs

Entrada Franca

28 agosto 2013

Agapan comemora lutas em defesa da Orla pública


Juliana Costa, Gert Shinke, Edi Fonseca e Celso Marques. 




Com o objetivo comum de preservar a Orla do Guaíba e protestar contra a privatização dos espaços públicos, a comemoração de 25 anos do “Não ao projeto Praia do Guaíba”, protagonizada pela Associação Gaúcha de Proteção do Ambiente Natural (Agapan) em agosto de 1988, na denominada tomada da chaminé da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, reuniu ambientalistas e integrantes do movimento Ocupa Árvores, que neste ano de 2013 acamparam e fizeram vigília durante 43 dias para evitar o corte de árvores em função da duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva, a Beira Rio, para a Copa do Mundo.


Participaram do debate Gert Schinke, um dos ecologistas que escalou os 107 metros de altura (mais de 300 degraus) da chaminé da Usina do Gasômetro, Celso Marques, na época presidente da Agapan, além de Juliana Costa, integrante do Ocupa Árvores, uma das 27 pessoas que resistiram à derrubada e vai contar a história do grupo, e falar sobre o que aprendeu com essa manifestação, que culminou com a truculenta prisão desses jovens na madrugada de 29 de maio e a derrubada de 100 árvores na praça Júlio Mesquita, bem em frente ao Gasômetro.




Público presente.

O 25º aniversário da subida da chaminé e do Abraço ao Guaíba, realizado em 6 de novembro daquele ano, foram comemorados na fria e chuvosa noite de segunda-feira (26/8), na Câmara de Vereadores da capital gaúcha. Antes do debate foi exibido o documentário "Tomada da Chaminé do Gasômetro: Não ao Projeto Praia do Guaíba”, um registro das muitas ações em defesa da Orla do Guaíba, considerada o principal patrimônio público, natural e cultural, da capital gaúcha.


Vídeo da Tomada da Chaminé do Gasômetro.

 COLAPSO DESENCADEADO

“A memória para o movimento ecológico é muito importante, pois muitos acontecimentos não têm registro”, avaliou Schinke, ao recordar de todo o planejamento “profi” que houve na época. “Fomos preparados para ficar no topo da chaminé por três dias e, para nossa segurança, levamos correntes e cadeados. Hipnotizamos a cidade”, comemora, ao lamentar “a pressão da especulação imobiliária com maior intensidade a cada dia”. Para ele, o agravamento das questões econômicas e ecológicas, se era X, agora é 2X. “A situação só se agrava e está em curso o colapso ecológico”. A “refundação ecológica”, garantindo a autonomia das ONGs como a Agapan, que é 100% voluntária e apartidária, foi defendida por Schinke, assim como o fim do capitalismo, “outro grande desafio”.


PROJETOS INTELIGENTES

O conselheiro e ex-presidente da Agapan, Celso Marques, diz se emocionar sempre que lembra da tomada da chaminé, mas também lamenta o descaso da imprensa. “A omissão, o silêncio e a cumplicidade criminosa da imprensa se perpetua, apesar de todo o risco de privatização da Orla”. Para ele, o aspecto mais importante da ocupação da chaminé foi evitar a privatização da Orla e a demolição do Gasômetro, o símbolo da cidade. “Foi um feito inacreditável, e que envolveu 56 entidades de classe, ambientais e sociais”, afirmou, ao destacar que “a problemática continua”.


“A imprensa nunca colocou com honestidade o enfoque mais técnico de nossas críticas ao projeto da Copa”, analisa Marques, ao salientar que não se oporia a cortar mil árvores para fazer um projeto inteligente. “O problema é que esse projeto da Copa é burro e representa um retrocesso, por isso das nossas insistências em discutir um projeto viável do ponto de vista ambiental e de mobilidade”, avalia.

FRUSTRAÇÃO E PROMESSA



Ocupa árvores esteve por 38 dias acampado na orla do Guaíba.

O grupo heterogêneo que se formou a partir das redes sociais, com o objetivo de evitar o corte das árvores no entorno da Usina do Gasômetro e criticando a inexistência de projetos alternativos em função da Copa de 2014, foi além da ideia de grupo fechado, como foi a Agapan em 1988, analisou Juliana Costa. “O acampamento foi oposto ao planejamento da Agapan, pois nossa formação, de ambientalistas e jovens estudantes, foi espontânea e começou com duas barracas”, recorda. Para ela, há militantes não ambientais sensíveis às questões ambientais.

A retirada do grupo em ação da Brigada Militar na madrugada chuvosa do dia 29 de maio foi frustrante, na avaliação de Juliana, “não pela ação, mas pela forma violenta, após quase dois meses acampados no local”. Ainda se sentido a dor da ação e a frustração do corte das árvores, Juliana destaca, como pior, a “indignidade de termos que catar roupas, tênis e documentos na chuva, em frente a delegacia no centro da cidade”, onde os manifestantes do Ocupa Árvores permaneceram presos até terminar os cortes das árvores. “Essa é nossa triste história, mas a luta continua”, afirma.


Para Juliana, mais do que importante, o ambiental é fundamental para o político, o social e o econômico. “Integrar esses campos pode ser uma caminha pra sensibilizar as pessoas”, finalizou.

Informações
Assessoria de Imprensa da Agapan/RS
Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues


Imagens: César Cardia/ Adriane Bertoglio Rodrigues/ AGAPAN

09 fevereiro 2012

Desenvolvimento predatório X Qualidade ambiental

Durante muito tempo Porto Alegre foi considerada a capital mais arborizada do Brasil. Esse fato tem uma raiz histórica que remete ao início dos anos 70, quando a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN) protagonizou a primeira e importante luta ambiental contra as podas indiscriminadas em nossa cidade. Ao longo do tempo, com o avanço da conscientização ecológica, os cidadãos portoalegrenses passaram a conviver com a arborização urbana, internalizando-a ao seu modo de vida.
Quando as podas começaram a ser regulares e tecnicamente bem feitas, nossa cidade passou a ter flores o ano inteiro, promovendo um sadio ambiente nos diversos bairros o que contribuiu para embelezar a paisagem, proporcionar saúde mental aos seus habitantes e provocar a admiração de quem a visita.
Convém destacar que a luta pela preservação de árvores teve continuidade com o militante da AGAPAN, Carlos Dayrell, que em 1975 subiu em uma Tipuana, na avenida João Pessoa, em Porto Alegre, para impedir que a mesma fosse derrubada. Aquele ato protagonizado por Dayrell evitou também que outras árvores fossem cortadas. A prefeitura visava construir o Viaduto Imperatriz Leopoldina naquele local.
Salientamos que, com esse episódio, que alcançou repercussão nacional, o projeto foi modificado e as árvores lá estão preservadas até hoje.
A cidade de Porto Alegre pela sua vanguarda de pensamento ecológico, conseguiu que o poder público municipal criasse a primeira Secretaria Municipal do Meio Ambiente do Brasil, o que é um orgulho para todos nós.
Com o crescimento da cidade, em 1988, o "Projeto Praia do Guaíba" mobilizou, mais uma vez, a militância da AGAPAN. Restou emblemático o fato ocorrido da Chaminé da Usina do Gasômetro, que foi escalada para alertar os munícipes acerca da ocupação por espigões naquele local da Orla do Guaíba.
Se hoje temos uma extensa faixa de orla livre de edificações, isso tem muito a ver com o corajoso e determinado ato daqueles ambientalistas, agregado à vontade da cidadania local.
O apoio da Entidade às comunidades envolvidas com relação a cortes indevidos de árvores nas ruas de nossa cidade, por projetos mal dimensionados, ocorreu também com o caso do Conduto Forçado da Álvaro Chaves. Os moradores da Rua Marquês do Pombal, em parceria com o Movimento Porto Alegre Vive e a AGAPAN, organizaram várias manifestações para sensibilizar o prefeito a alterar o traçado do referido projeto, que simplesmente retiraria todas as árvores daquela rua.
A participação intensa da comunidade, associada aos seus apoiadores, saiu vencedora, e o traçado do Conduto Álvaro Chaves foi modificado. O Túnel Verde da Marquês do Pombal continua enfeitando aquela região, e os problemas de alagamento foram sanados.
Na luta pela preservação da rua Gonçalo de Carvalho, hoje conhecida internacionalmente como a “ Rua Mais Bonita do Mundo”, a AGAPAN também se fez presente. Nossa Entidade apoiou os moradores da Gonçalo, juntamente com as associações de bairro de Porto Alegre e as demais Entidades que simpatizavam com a causa.
Com relação a reavaliação do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre (PDDUA), a AGAPAN coordenou o Fórum de Entidades criado pela Câmara de Vereadores. Mais uma vez ficou demonstrada a preocupação da AGAPAN com o futuro da cidade.
Mais recentemente, o “Projeto Pontal do Estaleiro” mobilizou nossa Entidade no sentido de assegurar, através de uma votação histórica, que a Orla do Guaíba permanecesse sem prédios residenciais.
Citamos aqui algumas das lutas históricas em que a AGAPAN, ao longo dos seus 40 anos, esteve envolvida em parceria com as comunidades, reafirmando que a união destas forças fez e faz a diferença.
Apesar de tantos exemplos positivos de participação cidadã com relação ao cuidado com a qualidade de vida da capital dos gaúchos, nos causa estranheza que a prefeitura não tenha promovido um diálogo efetivo e respeitoso com os moradores da rua Anita Garibaldi e de seu entorno.
Atualmente, quando a pauta mundial está focada na luta pela preservação das ambiências nas cidades, nos parece que tal matéria deveria ser objeto de um debate mais aprofundado, que leve em consideração a história, a cultura, o lazer e a preservação ambiental da população envolvida.
Não podemos admitir que Porto Alegre tenha sua paisagem desconfigurada e retroceda na sua luta ambiental.
Ressaltamos que a interface com a população, especialmente a infantil, necessita estreitar laços com o ambiente natural que a cerca. A derrubada de tantas árvores certamente contribuirá para uma visão de “ambiente descartável”, onde esse ser humano, em formação, não irá solidificar valores éticos e estéticos, de modo a se sentir acolhido, e com uma visão de pertencimento no espaço social onde está inserido.
A falta de arborização gera as ilhas de calor, com sensação térmica como a da última sexta-feira, dia 03/02/2012, que chegou a 46ºC na capital gaúcha. Tal fato sinaliza que a cidade como um todo necessita, cada vez mais, de cobertura arbórea urbana, para não contribuir com os efeitos da crise climática que já está acontecendo.
As 60 árvores que o poder público quer retirar, em nome de um evento pontual, enraizadas ao longo de décadas, criaram um microclima já estabilizado, e que de há muito tempo, contribuem para diminuir os alagamentos, permitem a vida da avifauna e embelezam ainda mais aquela região de nossa cidade.

Será esta mais uma destrutiva herança que a Copa de 2014 pretende legar para nossa querida Porto Alegre?


Sandra Ribeiro
Vice-presidente da AGAPAN

21 agosto 2011

Um encontro com Andromeda



Os avanços práticos da teoria neoliberal como filosofia, tiveram uma culminância significativa ao se formalizar nos anos setenta do seculo passado, e devido a um poderoso grupo de magnatas, idéias para ações globais. Este grupo ficou conhecido como o Consenso de Washington. O que se pretendia com elas?

Sabe-se hoje que, entre tantas iniciativas propostas, uma delas era de orientar Grupos Econômicos, via Banco Mundial, para o desenvolvimento de cidades do Planeta, sob padrões fornecidos e utilizados pelo mercado imobiliário existente.
Estas iniciativas colocaram como fundamento, a posse e o domínio dos espaços urbanos, públicos e privados, para mercantiliza-los e gerar lucros imobiliários e financeiros, nos movimentos da economia.

Como se detectou posteriormente, as cidades estão hoje conceituadas como empresas e produzindo mercadorias , como qualquer objeto de consumo para venda.
O processo para conduzir esta viabilidade foi formatar Estratégias introduzidas na elaboração de Planos Diretores, com um número de itens bastante figurativos , que se utilizou para despiste com uma diluição técnica, e flexibilizar a implantação de grandes empreendimentos, possíveis para se alterar a legislação em vigor. Assegurava-se assim, e se assegura hoje, a viabilidade econômica dos mesmos, sem entraves na substância.

Isto posto, os Planejamentos Urbanos se tornaram reféns de interesses estranhos aos nossos hábitos e às nossas prioridades, como é o exemplo de Porto Alegre.
Foi um autêntico ataque de guerrilha que não se enxergou e com o pomposo nome de “desenvolvimento econômico” e minando interesses sociais dos lugares diversificados, as áreas de interesse cultural, a morfologia espacial, os espaços consolidados, a mobilidade urbana, assim como outras ocorrências.
Eis porque adotamos a convicção que se vive hoje sob a mira de uma nova forma de terrorismo – de mercado – sem lei efetiva e sem controle, em que o Estado tornou-se um condutor de um novo protagonismo.

Seu efeito mais latente resulta no estímulo à corrupção que é silenciosa, escondida, enganadora e permanente. Nada a detem diante dos Poderes constituídos e da sociedade como um todo, que é cativa, inexpressiva no geral, e fortemente bloqueada por informações pela grande mídia, esta comprometida com o Poder Econômico atuante do que aqui de considera.
A tão badalada sustentabilidade é mais divulgada na idéia de proteção dos negócios econômicos, em detrimento do equilíbrio da economia frente ao social e ao ambiental, conforme reza o Relatório Brudland, da Onu.

A arquiteta, urbanista e acadêmica da USP, Raquel Rolnik, é relatora da ONU, nas questões que dizem respeito ao âmbito da moradia ou da habitação básica para as populações sem assistencia, e com sua notável percepção nas inter relações sociais produzidas pelo sistema capitalista, vem denunciando o absurdo como uma entidade multinacional de futebol (FIFA) se engaja em exigências e sustentação de megaeventos, como instrumento de marketing, nos países sedes de campeonatos mundiais de futebol. Uma enorme quantidade de recursos estão disponíveis , sem questionamentos. Donde se conclui que as cidades sede dos jogos estão sob controle externo com uma liberalidade de “deixar fazer” como foi definido pelo urbanista Carlos Vainer e citado pela doutora Raquel, como um “Estado de Exceção”.
Em uma entrevista para a revista “Caros Amigos”, Raquel Rolnik diz, com muita propriedade, anunciando aqui uma contrapartida, de que, “se não houver um movimento social forte que obrigue o governo a exigir uma pauta de um legado, ele não vai acontecer porque a força é o pior do pior.”Raquel, simpática como é, faz uma advertência firme e sem rodeios. Sem dúvida ela encantou os gaúchos com sua palestra na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, no último dia 18 de agosto.

Para finalizar, ouvi de um amigo, que fez a seguinte observação: “Como as coisas estão indo no Planeta, tenho a esperança de encontrar pessoas do bem e solidárias em Andrômeda, porque do jeito que vai, os terráqueos não terão vez mais em nosso belo Planeta”

Nestor Ibrahim Nadruz
Arquiteto e Urbanista

Imagem: mapa de porto alegre

03 junho 2011

Reconhecimento do Delta do Jacuí como Patrimônio da Humanidade tem apoio da Agapan

A Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) apoia o reconhecimento do Delta do Jacuí como Patrimônio da Humanidade. Na manhã desta quinta-feira, dia 2 de junho, integrantes da Agapan se reuniram com várias pessoas para participar de atividade de reconhecimento do Delta Jacuí, que compreende todas as Ilhas, abrangendo os
municípios de Canoas, Eldorado do Sul, Guaíba e Santa Rita.

O objetivo do passeio pelo Delta, promovido pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre, dentro da Programação da Semana do Meio Ambiente, é o de transformar esse espaço natural e de uma biodiversidade riquíssima em Patrimônio da Humanidade, junto à ONU. Para tanto, faz-se necessário, dentre outras ações, o reconhecimento da potencialização do Delta como espaço turístico e de sustentabilidade ambiental, proporcionando moradias e acesso aos serviços básicos à população das Ilhas, que tem um grande número de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade social.

Como não foi possível realizar a travessia por barco, pois era densa a serração da manhã em Porto Alegre, não permitindo visibilidade adequada para a atividade, um grupo de mais de 40 pessoas se reuniu na Usina do Gasômetro, onde trocou ideias, expectativas e experiências.
Além de representantes da Agapan, participaram integrantes do Movimento em Defesa da Orla do Rio Guaíba, do Mogdema, da Apedema, Uergs, da Sema/Fepam, conselheiros do Plano Diretor de Porto Alegre, do Conselho de Cidadãos Honorários, padre Antônio Cecchin e Irmão Laurindo, representantes da Associação dos Ilheus Ecológicos, e os vereadores Sofia Cavedon (PT), presidenta da Câmara Municipal, Professor Garcia, Aldacir José Oliboni (PT), Luiz Braz (PSDB), Carlos Comassetto (PT), Reginaldo Pujol (DEM), Bernardino Vendruscolo (PMDB) e Mauro Pinheiro (PT).

O passeio de reconhecimento do Delta do Jacuí como Patrimônio da Humanidade será realizado em data a ser definida.

Informação
Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues

05 dezembro 2009

No Cidadania Ambiental a avaliação do Plano Diretor de Porto Alegre

Esteve no Cidadania Ambiental desta terça-feira, 1/12, o Economista Ronaldo Leite, que será o suplente da região de Ipanema no Conselho do Plano Diretor a partir de janeiro, mas que já este ano acompanhou a produção de emendas e as votações na Câmara de Vereadores pela Associação dos Moradores de Ipanema - AMBI.

Participou também, por telefone, o Vereador Beto Moesch, que fez uma análise sobre as principais conquistas na longa tramitação das modificações. A Bióloga Karin Pötter testemunhou aos ouvintes a diferença que fez a participação às vezes solitária ou em grupos pequenos nos momentos decisivos de votação das propostas na Câmara de Vereadores da Capital gaúcha.

Também nesta edição, entrevistas com os Secretários Municipais do Meio Ambiente e de Turismo de Porto Alegre, Professor Garcia e Luis Fernando Moraes, e do presidente da AMBI, Astélio Bloise dos Santos que participaram do Dia do Guaíba, no último domingo, na praia de Ipanema.

O programa Cidadania Ambiental é produzido e apresentado pelo jornalista João Batista Aguiar. Na mesa de som, Lothar Gutierrez.

ESCUTE O PROGRAMA AQUI:

http://goncalodecarvalho.blogspot.com/2009/12/sobre-revisao-do-plano-diretor-de-porto.html


Radio Ipanema Comunitária:

A rádio pode ser escutada na freqüência 87,9 na região de Ipanema, em Porto Alegre, ou via Internet, em qualquer lugar do Mundo.

Link da rádio Ipanema Comunitária:
http://ipanemacomunitaria.blogspot.com/2009/12/cidadania-ambiental-aborda-novo-plano.html

fonte: Movimento Defesa da Orla

27 novembro 2009

Plano Diretor: chegou a hora decisiva para o meio ambiente!

Compareça à Câmara Municipal às 9 horas da próxima segunda-feira para defender a natureza!
Sua presença é fundamental!

Todos os porto-alegrenses desejam uma cidade mais ecológica e aprazível. Seja pela crise climática que impõe mudanças inadiáveis nos conceitos urbanísticos até então vigentes, seja pelo benefício visual e ambiental que a vegetação proporciona, seja pelo respeito a todas as formas de vida.

Na próxima segunda-feira, às 9 horas, durante a votação do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA) de Porto Alegre, a população está conclamada a mobilizar-se em defesa de um instrumento fundamental para a sustentabilidade da Capital, que corre o risco de não ser aprovado caso a pressão imobiliária suplante a aspiração por um município mais humano.

Trata-se do projeto de lei do Executivo proposto no PDDUA que define a Área Livre Permeável (ALP). Ele consiste em uma porção do lote do terreno a ser vegetada, que deverá abranger, na maioria da cidade, 17% do espaço a ser edificado. Dentre alguns dos benefícios da ALP, está amenizar a temperatura, diminuir a poluição sonora e veicular, abrigar da fauna, cultivar espécies nativas, evitar alagamentos e valorizar o paisagismo.

Caso não seja possível atender ao percentual determinado, pode haver compensação com terraços e coberturas vegetadas (telhados verdes), pisos semipermeáveis (concregrama) e plantio de árvores fora do terreno. Ou seja, a proposta foi elaborada para equilibrar a construção civil e os princípios ambientais.


Emenda quer debilitar matéria

No entanto, a emenda 394, defendida pelo setor mercadológico, pretende precarizar esse expediente, descaracterizando seu conceito, ao revogar a tabela de percentuais estabelecida pela prefeitura e fixar em 10% a taxa de ALP, isentando-a em diversas situações, como, por exemplo, em propriedades menores de 1000 m², que são quase 90% dos imóveis da cidade.

Por isso, precisamos unir esforços para defender o projeto de lei da prefeitura e rejeitar a emenda 394!

(Veja no anexo estudo sobre o tema.)

Orla do Guaíba e Áreas de Interesse Cultural

O comparecimento de todos na próxima segunda-feira também é importante porque serão apreciadas as emendas que definem as Áreas de Interesse Cultural; a delimitação de faixa mínima de preservação de 60 metros na orla do Guaíba; e a fixação em 300 m2 de lote mínimo de terreno na Cidade Jardim (bairro Assunção e arredores).

Depois da presença na Câmara, compareçam na Casa dos Bancários para que possamos fazer uma reflexão sobre o que está ocorrendo. Leiam o convite do NatBrasil, abaixo.

Para refletir e debater sobre os 10 anos da Batalha de Seattle.

Onde estávamos no momento histórico do movimento antiglobalização?

Por onde andamos e como nos preparamos para incidir nos processos globais como a COP 15 do Clima em Copenhague?

E aqui, no Fórum Social Mundial ou no debate sobre os rumos do país num ano eleitoral?

É dia 30, segunda-feira, às 19hs no auditório do Sindibancários
(Rua General Câmara, 424/3º andar)

A entrada livre, te esperamos lá!

Amigos da Terra Brasil

24 novembro 2009

Será este o futuro de Porto Alegre?...



200 km de congestionamento em São Paulo, quarta-feira, 18 de novembro/2009

É esse o modelo de cidade que queremos para Porto Alegre?

Na semana passada, muitos congestionamentos acirraram-se na cidade de São Paulo, atingindo o recorde de 200 kms, dificultando ainda mais a circulação das pessoas.

Será que isso tudo é por falta de projeto urbanístico, alto adensamento demográfico ou ainda erros no planejamento dos transportes públicos?

Aqui no Sul, a cidade de Porto Alegre não fica atrás. Ultimamente estamos nos sentindo cada vez mais moderninhos, todos parados em longos congestionamentos.

Como num desenho animado do Pateta, de Walt Disney: uma pessoa em cada carro e, quando abre a sinaleira, os motoristas nem respeitam faixa e arrancam afoitos para reduzir o atraso de seus compromissos.

Ainda falando de Porto Alegre, o novo-“moderninho” sinal com a mão, insistência marqueteira e mal-informativa da Prefeitura, aumenta o tempo das sinaleiras e diminui o tempo dos pedestres, colocando em risco seus braços.

Nossa vida na cidade grande de Porto Alegre já está ficando infernal, assim como a vida em São Paulo. Quem celebra com isso?

Estamos nos encaminhando para o mesmo modelo de planejamento urbanístico de São Paulo, talvez pelo patrocínio de ideias das mesmas construtoras, que agora implacam negócios em nossa cidade, interferindo com seus “pedidos”, e fazem do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre/2009 um verdadeiro implante de medidas preparatórias para criarmos uma nova São Paulo em plena Portinho.

Na contramão das tendências mundiais de preservação de ambientes de convivência social com seu meio ambiente, o Plano Diretor é atacado por leis como:

- aumento da altura dos prédios em bairros já saturados;

- altera a aplicação da Área Livre Vegetada e Permeável, que passaria a valer apenas para lotes acima de mil m2 - a prefeitura quer a partir de 150 m2. Se aprovado, menos de 5% das novas obras terão de se adaptar. Será um grande retrocesso;

- autoriza transferência de potencial construtivo (solo criado) para Áreas de Interesse Cultural e amplia em dois metros uma das escalas utilizadas no cálculo - a prefeitura já havia proposto escalas que ultrapassam a altura máxima estabelecida. Exemplo: se a volumetria for 33 metros, e o empreendedor adquirir 300 m2 de índice adensável, pode construir 42 metros;

- reduz o território de 36 das 134 Áreas de Interesse Cultural propostas pela prefeitura. Também faz mudanças no regime urbanístico.

Os ambientalistas não estão na contra-mão do desenvolvimento da cidade!

Técnicos em engenharia e arquitetura têm questionado projetos, como os polêmicos Pontal do Estaleiro e do Cais da Mauá.

O presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/RS), Carlos Alberto Sant’Ana, diz estranhar a proposta de aumento da altura de prédios em bairros saturados, como o Menino Deus. “A própria Secretaria de Planejamento Municipal atesta que é preciso diminuir as alturas. Tem algum responsável técnico, alguém que tenha feito estudo similar ao da prefeitura, com a mesma profundidade, fundamentando essas emendas”.

Imprensa e Comunicação Agapan

19 novembro 2009

Carta Aberta aos Porto Alegrenses

As Associações de Moradores e os Movimentos Comunitários das diversas regiões da capital dos gaúchos manifestam seu repúdio e indignação frente aos resultados do processo de revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre.

Ao cabo de diversas tentativas de revisão do PDDUA, desde o início da primeira década do Século XXI, as comunidades representantes da sociedade civil organizada têm dedicado desmedidos esforços para defender o modelo de cidade sustentável, como garantia irrevogável da qualidade de vida para presente e futuras gerações Porto Alegrenses.

Infelizmente, a par dos esforços legítimos de representação da cidadania, um conjunto de forças institucionais e políticas que representa tão somente o interesse dos grupos econômicos ligados a construção civil pregam o modelo de cidade insustentável, sem qualquer compromisso com a qualidade de vida da cidade, seu presente e futuro.

Desde audiências públicas descaradamente manipuladas por meio de caravanas com centenas de pessoas humildes, sem a menor noção de servirem como massa de manobra na defensa dos interesses da construção civil, em troca de lanches e contribuição financeira, largamente registrada pela mídia e denunciada ao Ministério Público Estadual, esse poder econômico pauta a revisão do PDDUA. Com pesado lobby corporativo junto ao Poder Público, cooptando uma maioria de políticos comprometida com seus financiamentos de campanha para impedir a revisão ética e isonômica do PDDUA de Porto Alegre.

Entidades que compõem o Fórum Municipal, órgão constituído pela própria Câmara para a participação na revisão, viram ser rejeitadas suas emendas mais importantes, incidentes no conceito de cidade sustentável, frustrando em grande medida as suas expectativas. E o resultado é uma revisão do PDDUA comprometida pelo conjunto de forças dos grupos econômicos ligados a construção civil, onde triunfa o modelo anacrônico de cidade preso ao século passado, que nega o desenvolvimento sustentável, que prega a verticalização e densificação desmesuradas e desrespeita as áreas de interesse cultural, ambiental e social de Porto Alegre.

Somos organizações comunitárias que acompanham a revisão do Plano Diretor da cidade e recusamos veementemente esse jogo político que revela a pior face dos poderes representativos responsáveis pela gestão pública. As comunidades aqui representadas refutam mais esse engodo democrático e rejeitam a agressão anunciada de Porto Alegre, pela força do empreendedorismo imobiliário inconsequente na revisão do nosso PDDUA.

Neste sentido, convocamos a sociedade porto-alegrense à fiscalização cidadã do seu vereador eleito, com presença nas sessões de discussão da Câmara, dialogando com aqueles que possuem a delegação da sua representação.

Sim ao PDDUA da cidadania! Não ao PDDUA da especulação!

Porto Alegre, 18 de novembro de 2009



Representantes Associações de Moradores e Movimentos Comunitários

Paulo Guarnieri – Associação de Moradores do Centro

Ana Lúcia D´Angello – Associação dos Moradores e Amigos da Independência

Raul Agostini – Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Moinhos de Vento

João Volino Corrêa – Associação de Moradores e Amigos da Auxiliadora

Maria Lúcia Cardon – Associação dos Moradores da Bela Vista

Ernani Thum Filho – Associação dos Moradores de Higienópolis

Roberto Oliveira – Associação dos Moradores da Vila São Judas Tadeu

Alzira Dornelles Ban – Associação de Amigos e Moradores do Bairro Menino Deus

Astélio José Bloise dos Santos – Associação dos Moradores do Bairro Ipanema

Angela Pellin - Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda Vilas Conceição e Assunção

Anadir Alba - Centro Comunitário e Educacional da Tristeza

Conceição Beltrano – Movimento Menino Deus Vive

Janete Vicari Barbosa - Movimento Petrópolis Vive

Philip de Lancy White – Movimento Cidade Baixa Vive

Eduino Mattos – ONG Solidariedade

Cesar Cardia – Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho

Jussara Marques - Movimento em Defesa da Orla do Rio Guaíba

Eduardo Finardi Rodrigues - AGAPAN
javascript:void(0)
Vicente Medaglia – INGÁ Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais

17 novembro 2009

Coletiva Comunitária de Imprensa: alteração de local

QUANDO?

Dia: 18 de novembro de 2009

Horário: 15 horas

Local: Saguão do Plenário Otávio Rocha – Câmara Municipal de Porto Alegre

O QUÊ?

Leitura da Carta Aberta aos Porto Alegrenses

  • Chamamento a atenção da população de Porto Alegre à responsabilidade dos nossos representantes no poder Legislativo e Executivo Municipal.

No dia que tem início no plenário da Câmara Municipal a votação das emendas para revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre, as Associações de Moradores e Movimentos Comunitários vêm a público chamar à responsabilidade dos vereadores para as importantes decisões que implicarão diretamente na qualidade de vida dos Porto Alegrenses.

As comunidades representadas pelas entidades participantes estarão atentas as emendas e ao resultado da revisão do PDDUA, em vista dos impactos urbanos relacionados a questões como volumetria, densificação, áreas de especial interesse social, cultural e ambiental, entre outras em votação, que intervêm diretamente no presente e futuro do modelo de cidade sustentável que queremos e defendemos para nossos filhos e netos.


QUEM?

Representantes das Associações de Moradores e Movimentos Comunitários:

Paulo Guarnieri – Associação de Moradores do Centro

Ana Lúcia D´Angello – Associação dos Moradores e Amigos da Independência

Raul Agostini – Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Moinhos de Vento

João Volino Corrêa – Associação de Moradores e Amigos da Auxiliadora

Maria Lúcia Cardon – Associação dos Moradores da Bela Vista

Rolf Naumann – Associação dos Moradores de Higienópolis

Roberto Oliveira – Associação dos Moradores da Vila São Judas Tadeu

Janete Santos - Movimento Petrópolis Vive

Philip de Lancy White – Movimento Cidade Baixa Vive

Eduino Mattos – ONG Solidariedade

Cesar Cardia – Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho

Jussara Marques - Movimento em Defesa da Orla do Rio Guaíba

Eduardo Finardi Rodrigues - AGAPAN

PARA QUÊ?

Marcha das Associações de Moradores e Movimentos Comunitários

Ao final da Coletiva Comunitária de Imprensa, todos os participantes se deslocarão até a Câmara Municipal de Porto Alegre para acompanhar a votação da revisão do PDDUA.

Porto Alegre, 17 de novembro de 2009





16 novembro 2009

Quarta-feira 18/11: Todos na Votação do Plano Diretor

Pedimos a presença de toda comunidade de Porto Alegre para acompanhar a votação do Plano Diretor a partir das 14 horas na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

Vamos ficar de olho nas emendas, e apoiar as emendas do Fórum de Entidades (Associações de Bairros de Porto Alegre e ONGs Ambientalistas).

Vista a camiseta de sua Associação!!!



QUARTA, dia 18 e novembro,às 14 horas
Plenário da Câmara de Vereadores.

22 agosto 2009

Consulta Popular do projeto Pontal do Estaleiro é neste domingo, 23, em Porto Alegre


Que tipo de pôr-do-sol você quer para Porto Alegre?


População definirá no voto o destino da Orla do Guaíba. Movimento Defenda a Orla e Fórum do NÃO mantêm mobilização para transformar área em espaço público.

É neste domingo, dia 23, a Consulta Popular que definirá o futuro da Orla do Guaíba. A votação do projeto Pontal do Estaleiro acontece das 9h às 17h. Nesse período, os cidadãos com domicílio eleitoral em Porto Alegre respondem “não” ou “sim” para a construção de prédios residenciais no local, conhecido também como Ponta do Melo. Os locais de votação foram definidos por zona eleitoral. Assim, o cidadão deve se dirigir a sua zona eleitoral, munido de identidade ou título de eleitor. O local pode ser conferido no site

http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/cs/usu_doc/local_de_vota_por_zona.pdf

Pioneira no país para decidir os rumos de uma área urbana, a votação em Porto Alegre acontece em 330 urnas distribuídas em 89 locais. A apuração ocorre no auditório Dante Barone, na Assembleia Legislativa, e o resultado deverá ser divulgado às 19h. O software para a apuração dos votos foi desenvolvido na Procempa. O programa de apuração atualizará na internet (www.portoalegre.rs.gov) a contagem, voto a voto. Ao fechar as urnas, o software compila as informações para o boletim anexado às atas de eleição.

A pergunta da Consulta, questionada pelos integrantes do Movimento Defenda a Orla, é a seguinte: Além da atividade comercial já autorizada pela Lei Complementar nº 470, de 02 de janeiro de 2002, devem também ser permitidas edificações destinadas à atividade residencial na área da Orla do Guaíba onde se localiza o antigo Estaleiro Só?” O NÃO é a primeira opção.

“A vocação turística e culturaL da área do Estaleiro Só deve ser garantida, assim como o respeito às leis, que reforçam a preservação das margens de rios e lagos”. A afirmação é de Cesar Cardia, que integra o Movimento em Defesa da Orla. “Conversando com vizinhos e conhecidos, panfleteando nas ruas, mandando torpedos, repassando e-mails, por mensagens no Orkut, sempre dizendo: Defenda a Orla do Guaíba! VOTE NÃO no dia 23 de agosto!”, salienta.


FRENTE DO NÃO

•AGAPAN - ASSOCIAÇÃO GAUCHA DE PROTEÇÃO AO AMBIENTE NATURAL
•AMA – ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E AMIGOS DA AUXILIADORA DE PORTO ALEGRE
•AMBI – ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO IPANEMA
•ASCOMJIP – ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA JARDIM ISABEL
•AMOVITA – ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA SÃO JUDAS TADEU
•ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CENTRO DE PORTO ALEGRE
•CCD – CENTRO COMUNITÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DA TRISTEZA, PEDRA REDONDA, VILA CONCEIÇÃO E ASSUNÇÃO
•NÚCLEO AMIGOS DA TERRA/BRASIL
•ONG SOLIDARIEDADE
•SIMPA – Sindicato Municipários de Porto Alegre
•SINDIBANCÁRIOS – Sindicato dos Bancários
•SINDICATO DOS SOCIÓLOGOS DO RIO GRANDE DO SUL


•MOVIMENTO EM DEFESA DA ORLA DO RIO GUAÍBA (Integrantes: •AGAPAN – Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural •Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho •AMABI – Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência •AMBI – Associação dos Moradores do Bairro Ipanema •ASCOMJIP – Associação Comunitária Jardim Isabel •AMOVITA – Associação dos Moradores da Vila São Judas Tadeu •Associação de Moradores do Centro •Movimento Viva Gasômetro •Associação Moinhos Vive •CMVA – Conselho Gestor dos Moradores da Vila Assunção •Associação dos Moradores da Cidade Baixa •AMOBELA – Associação dos Moradores da Bela Vista •Conselho Popular do Partenon •Conselho de Usuários do Parque Farroupilha •CCD – Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda, Vila Conceição e Assunção •CEUCAB/RS – Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-Brasileiros do RS •AMSC – Associação dos Moradores do Sétimo Céu •AMATRÊS – Associação dos Moradores do Bairro Três Figueiras •AMA – Associação dos moradores da Auxiliadora •AMACHAP – Associação dos Moradores do Bairro Chácara das Pedras) •NAT/Brasil – Núcleo Amigos da Terra •ONG Solidariedade)

Apoios:

•Casa de Cinema de Porto Alegre •NEJ/RS – Núcleo de Ecojornalistas do RS •Defender - Defesa Civil do Patrimônio Histórico •IAB/RS - Instituto de Arquitetos do Brasil/Departamento do RS •Grafar - Grafistas Associados do Rio Grande do Sul •Associação Profetas da Ecologia •Devoção Senhora das Águas •Pastoral da Ecologia •Associação Comunitária do Campo da Tuca •AMFA - Associação de Moradores Fim da Linha do Alameda - Bairro São José •Comissão de Moradores da Rua da Represa - Bairro São José •Associação Clube de Mães Batista Xavier – Bairro Partenon •Associação de Moradores Quinta do Portal – Bairro Lomba do Pinheiro •Associação de Moradores da Vila São Pedro – Bairro Partenon •Associação de Moradores Estrela Cristalina – Bairro Partenon •Associação de Moradores Paulino Azurenha – Bairro Partenon •Pequena Casa da Criança – Vila Maria da Conceição •MEP - Movimento Ecológico Popular
Por Adriane Bertoglio Rodrigues, especial para a EcoAgência de Notícias.

16 agosto 2009

Dia 23 de Agosto: Locais de Votação da Consulta Popular



Caso tenha dificuldades em encontrar o local onde poderá votar, disque 156 (ligação grátis) que será informado. O serviço está disponível 24h/dia

Arquivo completo em PDF clique aqui:

Escola Estadual Almirante Barroso – Rua Capitão Coelho, 95, Ilha da Pintada
  1. Escola Estadual Alvarenga Peixoto – Avenida Presidente Vargas, Ilha Grande dos Marinheiros
    Escola Estadual Danilo Antonio Zaffari – Rua General Marcos Kruchin, 291, Farrapos
    Escola Estadual Lions Club P.A. Farrapos – Rua Dona Teodora, 1.156, Farrapos
    Escola Estadual José Garibaldi – Rua Dr. Caio Brandão de Mello, s/nº, Humaitá
    Escola Normal 1º de Maio – Avenida Presidente Franklin Roosevelt, 149, São Geraldo
    - Colégio Marista São Pedro – Rua Alvaro Chaves, 601, Floresta
    - Instituto Vicente Pallotti – Rua Tupi, 212, Passo D’Areia
    - Colégio La Salle São João – Rua Honório Silveira Dias, 645, São João
    - Escola Mãe de Deus – Rua Souza Reis, 132, São João
    - Escola Estadual Bahia – Rua Angelito Asmuz Aiquel, 125, Bela Vista
    - Escola José Cesar Mesquita – Avenida do Forte, 77, Vila Ipiranga
    - Escola Dom Luis Guanella – Avenida Benno Mentz, 1.560, Vila Ipiranga
    - Centro Comunitário Regional Noroeste (Antigo Cecoflor) – Rua Irene Capponi Santiago, 290, Cristo Redentor
    - Escola Estadual Ana Neri – Rua Joaquim Silveira, 730, São Sebastião
    - Escola Municipal Décio Martins Costa – Rua Cristóvao Jacques, 488, Sarandi
    - Escola Municipal Liberato Salzano – Rua Xavier de Carvalho, 274, Sarandi
    - Escola Estadual Itamarati – Avenida Francisco Rodolfo Simch, 617, Sarandi
    - Escola Municipal Presidente João Belchior Marques Goulart – Rua João Luiz Pufal,100, Sarandi
    - Vida Centro Humanístico – Av. Baltazar de Oliveira Garcia, 2.132, Rubem Berta
    - Escola Municipal Presidente Vargas – Rua Ana Aurora do Amaral Lisboa, 60, Passo das Pedras
    - Escola Estadual Japão – Rua Enrico Caruso, 444, Jardim Itu Sabará
    - Escola Estadual Profª Gema Angelina Belia – Avenida Antonio de Carvalho, 495, Agronomia
    - Escola Estadual Rubem Berta – Rua Saturnino de Brito, 1.400 , Vila Jardim
    - Escola Estadual Fernando Gomes – Rua Frederico Guilherme Gaelzer, 168, Jardim do Salso
    - Escola Estadual Antão de Farias – Rua Bom Jesus, 505, Bom Jesus
    - Escola Estadual Monsenhor Leopoldo Hoff – Rua Moema, 255, Chácara das Pedras
    - Escola Estadual Professor Alcides Cunha – Rua Hélio Pimpão, 52, Protásio Alves
    - Escola Estadual Padre Balduíno Rambo – Rua Humberto de Campos, 130, Partenon
    - Escola Estadual Madre Maria Selima – Rua Tenente Ary Tarragô, 130, Aparício Borges
    - Conselho Tutelar Microrregião 4 – Rua Manoel Vitorino, 10, Partenon
    - Escola Estadual Jerônimo de Albuquerque – Rua Juarez da Távora, 550, Vila João Pessoa
    - Escola Estadual Dr. Martins Costa Junior – Rua Dona Firmina, 1.377, São José
    - Escola Municipal Padre Ângelo Costa – Rua Primeiro de Março, 300, São José
    - Escola Estadual Prof. Edgar Luiz Schneider – Av. Elias Cirne Lima, 100, Partenon
    - Colégio Marista Champagnat – Avenida Bento Gonçalves, 4.314, Partenon
    - Escola Elpidio Paes – Rua Inhanduí, 432, Cristal
    - Escola Estadual Prof. Afonso Guerreiro Lima – Rua Banco Inglês, 300, Santa Tereza
    - Escola Estadual Santa Rita de Cássia – Rua Silveiro, 1.640, Menino Deus
    - Escola Estadual Dom Pedro I – Rua Pedro Boticário, 654, Partenon
    - Escola Fundamental Monsenhor Leopoldo Neis – Est. dos Battilanas, 140, Cascata
    - Colégio Municipal Emílio Meyer – Avenida Niterói, 472, Medianeira
    - Escola Estadual Brigadeiro Silva Pais – Rua Professor Clemente Pinto, 555, Medianeira
    - Escola Municipal José Loureiro da Silva – Av. Capivari, 1.999, Cristal
    - Escola Estadual Jardim Vila Nova – Rua Fernando Pessoa, s/nº, Vila Nova
    - Escola Estadual Paulina Moresco – Rua Thome Antonio de Souza, s/nº, Aberta dos Morros
    - Escola Estadual Ceará – Avenida Arnaldo Bohrer, 98, Teresópolis
    - Escola Estadual Padre Reus – Av. Otto Niemeyer, 650, Tristeza
    - Escola Adventista de Porto Alegre – Avenida Otto Niemeyer, 2.124, Tristeza / Rua Dr. Pereira Neto, 475, Tristeza -
    - Escola Estadual Nações Unidas – Rua Manoel do Carmo, 100, Nonoai
    - Escola Estadual Clotilde Cachapuz Medeiros – Rua Arachanes, 242, Espírito Santo
    - Centro Comunitário Parque Madepinho – Rua Arroio Grande, 50, Cavalhada
    - Colégio Estadual Cônego Paulo de Nadal – Avenida Cavalhada, 4.357, Cavalhada
    - Escola Estadual Alberto Torres – Av. Rodrigues da Fonseca, 1.666, Vila Nova
    - Escola Estadual Dr. Pacheco Prates – Praça Nossa Senhora de Belém, s/nº, Belém Velho
    - Escola Estadual Oscar Coelho de Souza – Estrada do Varejão, 372, Lami
    - Escola Estadual Monte Líbano – Rua Lemuria, 10, Ipanema
    - Escola Estadual Professore Langendonck – Rua Jacunda, 365, Guarujá
    - Escola Estadual Custódio de Mello – Rua D – Vila dos Sargentos, 220, Serraria
    - Escola Estadual Dr. José Loureiro da Silva – Est. Retiro da Ponta Grossa, 3.541, Ponta Grossa
    - Escola Municipal Prof. Anísio Teixeira – Rua Francisco Mattos Terres, 40, Hípica
    - Escola Estadual Evarista Flores da Cunha – Praça Inácio Antônio da Silva, s/nº, Belém Novo
    - Escola Municipal Prof. Larry José Ribeiro Alves – Av. Economista Nilo Wulff, s/nº, Restinga
    - Escola Municipal Lidovino Fanton – Rua Manoel Faria da Rosa Primo, 940, Restinga
    - Escola Municipal Vereador Carlos Pessoa de Brum – Rua da Abolição, s/nº, Restinga Velha
    - Escola Municipal Dolores Alcaraz Caldas – Rua Carlos Niederauer Hofmeister, 85, Restinga
    - Salão Paroquial Igreja Nossa Sra. da Pompeia – Rua Barros Cassal, 220, Floresta
    - Paço Municipal da Prefeitura de Porto Alegre – Praça Montevideo, 10, Centro
    - Escola Estadual Estado do Rio Grande do Sul – Rua Washington Luis, 980, Centro
    - Colégio Estadual Inácio Montanha – Av. João Pessoa, 2.125, Farroupilha
    - Escola Estadual Duque de Caxias – Rua Gen. Caldwell, 1.175, Menino Deus
    - Instituto Estadual de Educação General Flores da Cunha – Avenida Osvaldo Aranha, 527, Bom Fim
    - Colégio Estadual Florinda Tubino Sampaio – Av. Montenegro, 269, Petrópolis
    - IPA – Rua Rua Coronel Joaquim Pedro Salgado, 80, Rio Branco
    - Smam – Av. Carlos Gomes, 2.120, Auxiliadora
    - Colégio Estadual Piratini – Rua Eudoro Berlink, 632, Auxiliadora
    - Escola Estadual Desiderio Torquato Finamor – Avenida Bento Gonçalves, 7.500, São José
    - Escola Estadual Maria Cristina Chika – Est. João de O. Remião, 6.505, Parada 16, Lomba do Pinheiro
    - Escola Municipal Heitor Villa Lobos – Rua Santos Dias da Silva, s/nº, Lomba do Pinheiro
    - Escola Municipal Afonso Guerreiro Lima – Rua Guaíba, 203, parada 11, Lomba do Pinheiro
    - Escola Municipal São Pedro – Beco da Taquara, s/nº, Lomba do Pinheiro
    - Escola Estadual Santa Rosa – Avenida Bernardino de Oliveira Paim, 665, Rubem Berta
    - Instituto de Educação São Francisco – Av. Baltazar de Oliveira Garcia, 4.879, Rubem Berta
    - Escola Estadual Ministro Poty Medeiros – Rua Vicente Celestino , 120, Rubem Berta
    - Escola Estadual Professora Luiza Teixeira Lauffer – Rua Nossa Senhora de Fátima, 201, Rubem Berta
    - Escola Municipal Chico Mendes – Rua Gentil Amancio Clemente, s/nº, Protásio Alves
    - Escola Estadual David Canabarro – Rua Lydia Moschetti, 200, Protásio Alves
    - Escola Estadual Mariz e Barros – Av. Ely Correa Prado, 915, Protásio Alves
    - Escola Estadual Benjamin Constant – Rua Souza Reis, 132 – São João
I